Ajustes pra ontem!

08/06/2013

Foram SEIS baitas defesas do goleiro do Vitória no último jogo! Podia ter sido uma goleada, mas não foi. E não foi porque ainda faltam alguns ajustes.

O Grêmio entrou bem no primeiro tempo, o Dida quase não se movimentou, só dava Grêmio no ataque e o que faltava? A conclusão! Precisamos encaixar nosso atacante Barcos, que estava completamente perdido em campo.

Precisamos de uma solução para o Barcos URGENTE, antes que ele vire um Moreno e se vá o boi com as cordas. Um jogador que merece reconhecimento é o Adriano, gostei dele ontem, vi bem de pertinho o lance em que ele salvou, de carrinho, um chute do Nino Paraíba no fim do primeiro tempo. Mas, o que me chamou atenção foi a atitude dele após a jogada: Prontamente foi abraçar um a um os colegas que ali estavam!Isso é espírito de Grupo, é disso que nós precisamos! O tão esperado Gol só veio no segundo tempo! O Grêmio não vinha jogando bem, mas, jogador de qualidade vai lá cava uma falta e bate com perfeição: OBRIGADA ELANO! A Arena pulsava após o gol do Elano, era o momento do time todo partir para o ataque, só que não!

O bom e velho Luxemburgo recuou o time todo, mais uma vez. Pra que recuar o time? Porque não ir a busca do segundo gol, alguém tem uma explicação plausível para esse esquema de jogo do Luxemburgo? Por sorte, no jogo de ontem, o Vitória não empatou e subimos três pontinhos na tabela! Acredito que são poucos os ajustes que o Luxemburgo precisa fazer, levo fé nesse Campeonato Brasileiro nas mãos dele e dessa equipe que nos representa. Só falta achar o “botaozinho” de encaixe.

E nós, os que realmente vivemos de amor a esse Clube, não podemos deixar a nossa parte de lado. Vamos lotar a Arena e apoiar como sempre fizemos, aliás, vamos lotar a Arena como fez a GERAL DO GRÊMIO na noite do seu retorno!

Que espetáculo a parte essa torcida! Que coisa linda ver a Geral dando vida ao estádio do Grêmio!Avante Tricolor, Queremos a Copa!!!!!!!!

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Adeus Fernando e se antena Grêmio

05/06/2013

imagesNa semana em que o Grêmio encheu os bolsinhos de dinheiro com a venda de um dos seus principais jogadores, o Fernando, o time gaúcho enfrenta aí pela frente as últimas rodadas do Campeonato Brasileiro antes que comece de vez a Copa das Confederações. Hoje a partida é contra Vitória na casa do Tricolor, a Arena.

Não dava para dizer que foi um susto o atleta gremista ter sido vendido. Desde suas contratações, a especulação de venda do jogador era alta. Pois bem, Fernando, foi vendido ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por R$ 36 milhões. Desse valor, o clube gaúcho ficará com R$ 27,8 milhões, o jogador embolsará R$ 2,7 milhões e R$ 5,5 milhões serão divididos como comissão para empresários.

Sem Fernando e os demais que estão na lista do Departamento Médico (o famoso DM), a situação do time azul vai se complicando. Com uma vitória e um empate no brasileirão, o professor Luxa comanda o time da seguinte forma:  Dida; Pará, Bressan, Werley e Alex Telles; Adriano, Souza, Guilherme Biteco [Elano] e Zé Roberto; Kleber e Barcos. O jogo na Arena inicia às 21h.


Tec, tec… Fechando com chave de ouro.

13/11/2012

O Campeonato Brasileiro de 2012 é especial para os gremistas. Afinal de contas, será a última edição da competição em que o Grêmio mandará seus jogos no Estádio Olímpico Monumental – o Velho Casarão.

A cada final de semana, uma multidão tem ido acompanhar as partidas afim não só de ver o elenco entrar em campo e conquistar uma vitória, mas também de ir se despedindo do palco onde tantas vezes o tricolor gaúcho fez bonito, deu show, pressionou o adversário e causou inveja à torcida visitante.

No último domingo, o Grêmio de Vanderlei Luxemburgo enfrentou o São Paulo, que chegou embalado por uma goleada aplicada na Universidad de Chile pela Sul-Americana, no penúltimo jogo em campeonatos brasileiros da HISTÓRIA do estádio. Como não poderia ser diferente, o torcedor compareceu em massa para ver esse jogaço, mas também, para alguns, para dar o último adeus ao Olímpico. 45.894 gremistas, esse foi o número que se fez presente na tarde/noite de domingo. Uma multidão que não se intimidou em cantar para apoiar e empurrar o time que tinha um adversário complicado pela frente.

Um jogo especial, acontecimentos especiais. O Grêmio saiu perdendo para a equipe paulista. Depois de ver o zagueiro Saimon, que não atuava desde a primeira rodada do campeonato, cometer um pênalti infantil, a torcida esmoreceu. No confronto Ceni x Grohe, o mais experiente levou a melhor e o Grêmio saiu atrás no placar. Mas com aquele fervor da torcida, não faria sentido o jogo terminar em derrota. E, de fato, não terminou.

Zé Roberto, Pará, Moreno e André Lima trataram de rever a situação. Dois passes na medida, dois gols certeiros. Mais de quarenta mil vozes fizeram ecoar os gritos de amor pelo time que estava, com aquele resultado, assumindo a segunda colocação do Campeonato Brasileiro. Mais de oitenta mil pés fizeram o Olímpico tremer.

Crédito: Lucas Uebel/GFBPA

Além da virada conquistada em cima da equipe paulista, o confronto de domingo ainda teve mais dois momentos inesquecíveis. Quem diria que viveríamos para ver a seguinte cena: Antes do fim da partida, a torcida, em peso, pediu a permanência do técnico Luxemburgo para a temporada 2013. Gritos de: “Fica, Luxemburgo!” fizeram o experiente comandante se emocionar.

– Hoje foi um dia que não vou esquecer jamais. Está nos meus grandes momentos do futebol.

Assim como Luxemburgo, Zé Roberto também foi um homenageado da tarde. Ele que criou, arriscou, deu assistência, também acabou se emocionando depois do apito final do árbitro e chegou a cair no gramado, enquanto chorava.

– Quero terminar este campeonato e mostrar que os que confiaram em mim fizeram certo. Não vim para o Grêmio por dinheiro, mas sim porque ainda corre no meu sangue o prazer de fazer aquilo que eu gosto.

Com os resultados da rodada, o Grêmio ocupa a vice-liderança do Brasileirão e, mantendo essa posição, garanta vaga direta à Libertadores da América de 2013.

No dia 2 de dezembro, o Estádio Olímpico Monumental terá o seu último jogo. O seu último clássico. Pra fechar com chave de ouro, nada mais emblemático que um confronto contra o maior rival da história.


Substitutos garantem G-4!

20/08/2012
O ano de 2012 ficará marcado na história do Grêmio. Cada jogo no Estádio Olímpico faz parte de uma contagem regressiva: a da despedida do Monumental que foi palco de tantas conquistas do tricolor.
 
Hoje o jogo tinha esse toque especial, afinal de contas o duelo contra o Figueirense é a última partida desse primeiro turno na casa gremista. Além do novo uniforme, o Grêmio também entrou em campo com um tabu sob os ombros: não vencia o Figueira dentro de casa há nove anos. Num domingo lindo de sol, com o apoio do torcedor, era chegada a hora de mudar essa história. Com mais de trinta mil pessoas nas arquibancadas e cadeiras, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo fez o dever de casa e venceu a fraca equipe de Santa Catarina.
Logo no começo do jogo, Marcelo Moreno, que voltava a campo depois de servir a seleção boliviana, teve três boas chances de gol. O atacante tentava de todas as formas balançar as redes adversárias: mandou até de bicicleta e de peixinho, mas a trave e o bom goleiro Wilson evitaram que o camisa 9 deixasse o seu. Numa cobrança de lateral, a primeira grande reação do torcedor: pênalti não marcado em cima de Edilson. Menos de dois minutos depois, o Grêmio balançou as redes, mas Wilson Luiz Seneme marcou impedimento em Zé Roberto. O estádio vibrou forte contra a arbitragem. Como o gol não saía, a máxima: “Quem não faz, leva” parecia muito real, principalmente quando, num contra-ataque, o Figueira surpreendeu e Aloísio mandou pra fora, do lado do goleiro Marcelo Grohe. Ainda na primeira etapa, Leandro marcou também marcou em posição irregular. A torcida, esperançosa e confiante, continuava cantando alto e em bom som.
Leandro, Moreno, Zé Roberto, Elano e Souza. Todos queriam, tentavam, mas não conseguiam coroar a atuação gremista. Foi aos 35 minutos de jogo que Pico, escolhido para substituir Pará, lançou Marcelo Moreno. Com uma boa visão de jogo, o boliviano mandou para Elano que, na elegância e calma, abriu o placar. Em time que está ganhando, não se mexe. E parceria que dá certo, se repete. Dessa vez, o lançamento foi de Elano para Moreno que, em dia de garçom, serviu Leandro. Aproveitando a oportunidade de substituir Kleber Gladiador, o garoto ampliou: 2 a 0 e futebol para fazer mais.
Quando o mar não está pra peixe, não adianta insistir. Moreno, sem sucesso nas jogadas, mais uma vez serviu um parceiro de time. O sorteado da vez? Leandro, de novo. O garoto limpou a jogada, tirou os defensores do Figueira e mandou no alto do gol, marcando o terceiro da tarde. Torcida em polvorosa, vitória justa e merecida.
Na etapa complementar, o Grêmio soube bem administrar a partida. O Figueirense esteve muito atrapalhado em campo. Mesmo com a derrota, o técnico Hélio dos Anjos não fechou o time, preferiu jogar de igual pra igual. Com uma equipe muito abaixo da qualidade do elenco gremista, o caminho para mais gols esteve aberto. E assim aconteceu.

Foto: Guilherme Testa/Chute 10

Luxa trocou: saiu Elano, Leandro e Zé Roberto, para as entradas de Marquinhos, Marco Antônio e André Lima. Pareceu combinado: o gol pra fechar o placar saiu da jogada entre os três substitutos. Marco Antônio mandou para Marquinhos, que chutou a gol. A bola, no entanto, parou no goleiro Wilson que espalmou e deixou para que André Lima chutasse pro fundo das redes.
A tarde que teve estádio lotado, quatro gols marcados, dois gols impedidos, quebra de tabu, boas atuações dos substitutos, terminou em vitória e combinação de resultados que combinaram na permanência gremista no G-4.

Vitória com um toque ímpar.

05/08/2012

5-7-9 não é um sistema tático de futebol, mas hoje, contra o Bahia, foi o jeito que o Grêmio conseguiu carimbar a permanência no G-4. Afinal de contas, os gols saíram dos pés dos donos da sequência ímpar do uniforme gremista.

Domingo combina com sol, com futebol e com estádio lotado. Hoje, Porto Alegre teve uma tarde cinza, mas, nem por isso, o Olímpico foi um estádio vazio. Em mais uma vitória do Grêmio na sua casa, o futebol apareceu da melhor forma: pegado, equilibrado e resultando em gols.

No primeiro tempo, o domínio foi todo dos mandantes. Com destaque para as atuações de Gilberto Silva, Souza, Zé Roberto e Pará, o Grêmio possuiu mais posse de bola e deu muito trabalho para o goleiro Marcelo Lomba, ele que teve uma tarde inspirada e segurou todas as chegadas do ataque gremista.

Mas se o Bahia tinha o seu Marcelo como destaque, pelo lado do Grêmio o Marcelo Moreno não estava conseguindo efetivar as jogadas e balançar as redes adversárias. O camisa 9 do tricolor recebeu bola do Pará, do Kleber, do Elano, Zé Roberto, mas a bendita redondinha parecia não querer entrar. E, se não vai por bem, que vá por mal. Ou melhor: que vá a força.

A jogada que resultou no primeiro gol do Grêmio, começou nos pés de um novo ídolo do torcedor. Desde a sua chegada no clube, Elano caiu no gosto da torcida – mesmo sem ter balançado as redes vestindo a camisa sete do tricolor, o meia não precisou de muito tempo para agradar o torcedor gremista. Numa cobrança de lateral, Elano tentou mandar a bola para Kleber; o camisa 30, antes de pensar em dominar, foi derrubado pelo conhecido zagueiro Titi. Pênalti marcado e comemorações calorosas de mais de vinte mil torcedores. Motivo de chacota no que diz respeito à cobranças de penalidades máximas, Elano foi o escolhido para bater. Sem chances para o goleiro Marcelo Lomba, o meia mandou no lado direito e deixou, pela primeira vez em sete jogos, a sua marca com a camisa azul, branca e preta.

Grêmio

Foto: Guilherme Testa

O segundo gol parecia sair numa pequena questão de tempo. O Grêmio estava bem posicionado, pressionando um Bahia destemido, mas não conseguiu sucesso durante o primeiro tempo de partida.

Na volta, um jogo com uma outra cara. O técnico Caio Junior teve estrela e colocou um jogador que atrapalhou a defesa gremista: Lulinha chegou e já levou perigo nos primeiros três minutos do tempo complementar. Com a sua defesa exposta, Luxemburgo tirou o lateral Edilson, para colocar Léo Gago, assim como trocou Fernando por Marquinhos.

Diferente do primeiro tempo, o Grêmio não conseguia se impôr. O Bahia esteve muito bem, principalmente nas jogadas de contra-ataque e começou a dar o trabalho que Marcelo Grohe não teve nos primeiros quarenta e sete minutos. A sorte? Gilberto Silva, o capitão, protegeu muito bem a defesa. Ele que foi quem puxou as orelhas de Werley, quando o zagueiro não marcou Fahel e apenas assistiu o time nordestino chegar ao empate.

1 a 1, com os resultados paralelos de momento, levavam o Grêmio para a sexta colocação. Do céu, à zona do limbo. O Grêmio poderia terminar em terceiro, mas estava vendo a rodada fechar com Inter na quarta colocação e sem figurar na zona de classificação à Libertadores da América.

Num segundo tempo de pressão e muita correria, o jogo tinha tudo para terminar igualado e, inclusive, seria um resultado de justiça se assim acontecesse. Só não avisaram isso a Souza, que aproveitou a boa cobrança de escanteio de Marquinhos e, de cabeça, mandou a bola pro gol. Com a torcida delirando por estar de volta ao G-4 e carimbar mais uma vitória importante dentro do Olímpico, que está com seus dias contados, o Grêmio encaminhou os três pontos já nos últimos minutos de jogo.

Agora, voltamos ao topo da crônica. Marcelo Moreno não conseguia balançar as redes. Marcelo Lomba estava defendo todas as bolas. Com 2 a 1 para o Grêmio, o filme tinha tudo pra mudar. E Moreno quis ser um dos protagonistas nessa história de comemoração. O camisa 9 viu o camisa 5 e o camisa 7 balançar as redes adversárias; pra fechar a tarde que já virava noite com chave de ouro, o atacante boliviano completou a sequência ímpar e, com um golaço encobrindo Lomba, fez a torcida que tanto o aplaude no anúncio inicial dos jogadores, incendiar o estádio Olímpico Monumental.

Em poucos segundos, Mancini foi expulso e todo o elenco do Bahia, inclusive membros da comissão técnica, pressionaram a arbitragem. Com inúmeras reclamações, o time nordestino povoou o meio de campo em vão: o árbitro trilou o apito. Grêmio, no G-4, 3, Bahia, no Z-4, 1.

GRÊMIO

Marcelo Grohe; Edilson (Léo Gago), Werley, Gilberto Silva e Pará (Tony); Fernando (Marquinhos), Souza, Elano e Zé Roberto; Kleber e Marcelo Moreno – Técnico: Vanderlei Luxemburgo

BAHIA

Marcelo Lomba; Diones, Danny Morais, Titi e Ávine (Lulinha); Fabinho, Fahel, Hélder e Mancini; Zé Roberto (Ciro) e Junior (Magno) – Técnico: Caio Junior


Unzinho que valeu por três

25/07/2012

Foi um gol ainda no primeiro tempo, mas já valeu para mais de 100 mil sócios e não sei mais quantas bocas sorridentes de colorados satisfeitos com esses três pontinhos adquiridos fora de casa. Não adiantou, estréia do técnico Hélio dos Anjos, torcida catarinense presente, força da ilha da magia raiar e nem Loco Abreu cavar suas pegadinhas. Dagoberto foi mais rápido e ajudo a sua equipe a trazer mais uma vitória no brasileirão.

Foto: Antônio Carlos Mafalda

Apesar de ser um dia triste para a massa colorada que recebeu a confirmação da venda de Oscar, a noite foi feliz. Aos 24 minutos do primeiro tempo, o garoto Fred auxiliou Dagol no passe e a dupla concluiu num gol de cabeceio para baixo.

Com isso, o Inter chega a 22 pontos e, pela primeira vez na competição, conquistou duas vitórias consecutivas. Enquanto isso, o Figueirense completou o 11º jogo sem vencer e segue na zona de rebaixamento, com apenas oito pontos.

O próximo jogo do colorado será em casa contra o Vasco.

 

 

 


Quitou o caderninho?!

19/07/2012
Sem conseguir encontrar o caminho das vitórias, o técnico Vanderlei Luxemburgo havia prometido, na sua última entrevista coletiva, pagar uma dívida de honra com a torcida do Grêmio. O time teria que ter mais garra, mais força de vontade, mas atitude para honrar o apoio do torcedor gremista.

Foto: Guilherme Testa

Depois da importante vitória sobre o Sport, a dívida, enfim, está paga. Mesmo com um primeiro tempo sem muita criatividade, Luxa considerou como positiva a atuação do elenco, já que o Grêmio conseguiu buscar um resultado que inicialmente esteve negativo: “Os jogadores fizeram toda a diferença. Eu vejo o jogo e faço alterações, mas quem resolve lá dentro de campo são eles. Assim como resolveram hoje.”, comemorou o comandante gremista.
O resultado passou pelos pés de um garoto que começou a partida no banco de reservas. Sem muito espaço no time de Luxa, Leandro entrou em campo e correspondeu, balançando as redes duas vezes. O atacante já havia sido destaque na temporada passada, mas acabou não correspondendo às expectativas. E para Luxemburgo, a pressão por desempenho atrapalha a evolução do atleta: “Às vezes tratamos um menino como Cruyff, Maradonna, Pelé.  Estes são craques. Cobramos como se ele fosse solução. Tem que aprender. Ele vai aprender com a vida”. Sobre o problema extra campo do jogador, Luxa tranquiliza: “Tudo que ocorreu hoje foi uma aula para ele. Vai aprender em campo, vai aprender com a vida. Acontecendo o que aconteceu sai o técnico e entra o pai, o avô. Eu tenho que mostrar para ele que pode jogar sua carreira fora.”

Foto: Guilherme Testa

Para a próxima partida, Luxemburgo não terá o atacante Kleber que acabou levando o terceiro cartão amarelo e vai cumprir suspensão automática.

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