o 4º desfalque

29/11/2012

Não se fala em outra coisa besta semana. Gre-Nal e o favoritismo pelo lado azul da força. Porém, nas últimas 24 horas o Grêmio não recebeu as melhores notícias vinda de seu departamento médico e jurídico.

Anderson Pico, que está de mal com a balança foi vetado do jogo por estar muito pesado. Kléber Gladiador passará pela sua segunda cirurgia no ano de joelho. Marcelo Moreno foi julgado pelo STJD e pegou 4 jogos de punição (um já foi cumprido). E por último porém não menos importante, Zé Roberto sentiu dores no tornozelo esquerdo no treinamento da semana e já vira dúvida para o jogo de domingo.

Foto: Flávio Neves

Não pode-se negar que são 4 ausências muito importantes, mas mesmo assim o Tricolor segue sendo favorito à vitória no Gre-Nal, mesmo o Internacional tendo seu elenco completo. Leandro Damião não marca a 4 jogos e o Colorado segue sem vencer a horas, motivo esse foi a demissão do ídolo Fernandão.

O Gre-Nal será marcado pelo último jogo do Estádio Olímpico. Não existe mais ingressos para vender e a lotação reforçou a brigada nos arredores do estádio. Para os gremistas e colorados ansioso, o portão será aberto as 14h.


Todo mundo quer dar adeus

28/11/2012

A semana não está marcada apenas por ser um Gre-Nal épico da vida dos torcedores dos grandes times do Rio Grande do Sul. Mas pelo fato de estarmos presenciando o adeus de um grande estádio de futebol que abrigou muitas felicidades ao povo gremista.

Foto:Dani Barcelos (preview.com)

Felizes com a notícia ou não, essa é a realidade. Já não tem mais um ingressinho para o último Gre-Nal do Monumental sequer. Não deu 48 horas para os 15,5 mil ingressos serem completamente esgotados. Ou seja, lotação máxima para o último espetáculo (antes da Madonna).Os preços altíssimos não espantaram o público torcedor que poderá se redirecionar ao Olímpico a partir das 14h.

Além de todo o fervorozo pelo lado da torcida, ainda temos a ala dos jogadores da dupla. Kebler que está lesionado não retorna em 2012 e só entrará em campo no ano que vem, na Arena. Marcelo Moreno também está com problemas e poderá ser substituído. No ataque estariam a disposição André Lima e Leandro. Anderson Pico, por sua vez, está com excesso de peso e no seu lugar entra Julio César. Mesmo assim, o Grêmio ainda é o favorito para a vitória domingo. Do lado do Inter, o time segue o mesmo que vem entrando em campo. O camisa 9 goleador dos vermelhos, Leandro Damião, deixou a rivalidade de lado e abriu seu coração.

“Tenho muito respeito pelo estádio, é muito bonito. Muitas coisas boas aconteceram ali. É triste para o futebol perder um estádio como o Olímpico, mas faz parte” disse o jogador da Seleção brasileira.


Montillo E Moreno

28/11/2012

Para os que andavam desconfiados que a nova cara de 2013 gremista não teria a participação boliviana de Marcelo Moreno, pode ficar mais tranquilo. Na tarde de ontem, o Grêmio afirmou o seu interesse pelo jogador do Cruzeiro, Montillo e, inclusive, levou seus dirigentes até Belo Horizonte para saber mais sobre a negociação. No entanto, quando se falava que Moreno poderia ser a moeda de troca, o clube gaúcho deixou bem avisado que segue tendo interesse em seu camisa 9.

Foto: Tarcísio Badaró / Globoesporte.com

Mas o craque argentino não está sendo visto apenas pelo Tricolor de Porto Alegre. Junto do Grêmio está Corinthians e São Paulo. A arma que o presidente eleito Fábio Koff usaria seria a participação dos azuis na Libertadores. Porém não é de se esquecer que o Timão, atual campeão do campeonato, também está com a vaga garantida. O São Paulo ainda aguarda o final do brasileiro para saber se estará no competição internacional de 2013. O Grêmio depende apenas de si para entrar na jogada, já que se conserva atual vice do brasileirão.

Porém, como nem tudo são rosas, a diretoria cruzeirense já adiantou que não foi tratada nenhum tipo de contratação ou até mesmo de valores. Agora é só esperar a decisão.


Dupla de ataque garante vitória gremista em jogo de seis pontos

30/08/2012

Guilherme Testa

Mesmo com a vitória no Gre-Nal do último domingo, o Grêmio adotou uma postura ainda mais aguerrida diante do Vasco. Pudera, os dois são adversários diretos na tabela, com 37 e 35 pontos, respectivamente. Enquanto o primeiro está em fase de ascensão no Campeonato Brasileiro, o segundo vem seguido pela queda de rendimento.

Se não bastasse, o técnico Cristóvão não pôde contar com Juninho, responsável pelas boas atuações do meio de campo vascaíno. Do outro lado, Vanderlei Luxemburgo sofre do mesmo problema sem o meia Elano.

Se não fosse o gol de Marcelo Moreno, “jogo de seis pontos” seria morno no primeiro tempo

Nos primeiros minutos, ambas as equipes apostaram na observação do jogo. Vasco acionava oWilliam Barbio, enquanto o Grêmio valia-se das investidas de Pico e Pará nas laterais. Para reforçar a marcação. Cristóvão Borges apostou na marcação de Eduardo Costa, e com Dedé na cola de Marcelo Moreno ficou quase impossível a infiltração na área vascaína.

Somente aos 13 minutos, o goleiro Fernando Prass fez a primeira – e estranha – defesa, depois de um cruzamento de Pará. Em seguida, na cobrança de escanteio, Marquinhos colocou uma bola fechada no gol, mas o zagueiro Dedé afastou o perigo gremista.

Sem finalizações de nenhum dos lados, o jogo parecia retrancado, com pouca criatividade e sem qualquer finalização. O jogo estava equilibrado até o momento que Pará voltou a assustar. Depois de uma jogada de Marcelo Moreno, o lateral arriscou de longe e a bola saiu pela linha de fundo. Foi o que bastou para o Grêmio se impor.

Aos 32 minutos, Anderson Pico passou para Marquinhos, que presenteiou Kleber, deixando o atacante cara a cara com Fernando Pass, mas o goleiro fez uma grande defesa e impediu aquele que seria o primeiro gol do jogo. A partida se encaminhava para o empate, quando, aos 41, Marquinhos, no bico da área, cobrou uma falta e Marcelo Moreno aproveitou a confusão formada na frente do gol para abrir o placar.

Provavelmente informados do empate entre Atlético-MG e Ponte Preta, no Estádio Independência, os jogadores gremistas voltaram do intervalo com a mesma intensidade do primeiro tempo.

Grêmio aproveita vantagem dos outros jogos da rodada para assegurar a vitória

Quando bateu 5 minutos na etapa complementar, Marquinhos aproveitou a zaga adiantada e entregou a bola para Marcelo Moreno, que teve a jogada cortada por Douglas. Em resposta, Tenório avançou em direção ao gol de Marcelo Grohe, mas o juiz, duvidosamente, marcou impedimento.

Aos 12 minutos, Marcelo Moreno tentou organizar uma jogada pela esquerda, mas somente na segunda tentativa, encontrou Kleber livre, que arriscou de fora e acertou no canto direito de Prass. Com a vantagem de dois gols, Cristóvão tratou de modificar o time, com a entrada de Wendel e Pipico com o objetivo de buscar efetividade. O técnico gremista fez o mesmo, com Leandro e Marco Antônio nos lugares de Marcelo Moreno e Marquinhos. Foi assim que Marcelo Grohe começou a se movimentar.

A primeira finalização vascaína só aconteceu aos 25 minutos, com uma bomba de Alescandro. Em dois minutos, Marcelo Grohe rebateu o cabeceio de Eduardo Costa, mas Tenório, não satisfeito, tentou de cabeça. Em estado de alerta, Naldo mandou a bola para a linha de fundo. Aos 33, os 20 mil gremistas se calaram ao ver Douglas cabecear e a bola quase entrar – se não fosse Marcelo Grohe afastar.

O Grêmio parecia se defender, quando, aos 41 minutos, Anderson Pico cruzou a bola na cabeça de Zé Roberto. Na defesa de Prass, André Lima chutou e, em cima da linha, Douglas mandou a bola longe. Nos 8 minutos finais, o Grêmio assegurou a vitória na bravura e foi saudado pela torcida que não arredou o pé do estádio.

Com 40 pontos, Grêmio se firma na terceira colocação do Brasileirão e encara o Palmeiras, no sábado, no Pacaembu em São Paulo.


Substitutos garantem G-4!

20/08/2012
O ano de 2012 ficará marcado na história do Grêmio. Cada jogo no Estádio Olímpico faz parte de uma contagem regressiva: a da despedida do Monumental que foi palco de tantas conquistas do tricolor.
 
Hoje o jogo tinha esse toque especial, afinal de contas o duelo contra o Figueirense é a última partida desse primeiro turno na casa gremista. Além do novo uniforme, o Grêmio também entrou em campo com um tabu sob os ombros: não vencia o Figueira dentro de casa há nove anos. Num domingo lindo de sol, com o apoio do torcedor, era chegada a hora de mudar essa história. Com mais de trinta mil pessoas nas arquibancadas e cadeiras, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo fez o dever de casa e venceu a fraca equipe de Santa Catarina.
Logo no começo do jogo, Marcelo Moreno, que voltava a campo depois de servir a seleção boliviana, teve três boas chances de gol. O atacante tentava de todas as formas balançar as redes adversárias: mandou até de bicicleta e de peixinho, mas a trave e o bom goleiro Wilson evitaram que o camisa 9 deixasse o seu. Numa cobrança de lateral, a primeira grande reação do torcedor: pênalti não marcado em cima de Edilson. Menos de dois minutos depois, o Grêmio balançou as redes, mas Wilson Luiz Seneme marcou impedimento em Zé Roberto. O estádio vibrou forte contra a arbitragem. Como o gol não saía, a máxima: “Quem não faz, leva” parecia muito real, principalmente quando, num contra-ataque, o Figueira surpreendeu e Aloísio mandou pra fora, do lado do goleiro Marcelo Grohe. Ainda na primeira etapa, Leandro marcou também marcou em posição irregular. A torcida, esperançosa e confiante, continuava cantando alto e em bom som.
Leandro, Moreno, Zé Roberto, Elano e Souza. Todos queriam, tentavam, mas não conseguiam coroar a atuação gremista. Foi aos 35 minutos de jogo que Pico, escolhido para substituir Pará, lançou Marcelo Moreno. Com uma boa visão de jogo, o boliviano mandou para Elano que, na elegância e calma, abriu o placar. Em time que está ganhando, não se mexe. E parceria que dá certo, se repete. Dessa vez, o lançamento foi de Elano para Moreno que, em dia de garçom, serviu Leandro. Aproveitando a oportunidade de substituir Kleber Gladiador, o garoto ampliou: 2 a 0 e futebol para fazer mais.
Quando o mar não está pra peixe, não adianta insistir. Moreno, sem sucesso nas jogadas, mais uma vez serviu um parceiro de time. O sorteado da vez? Leandro, de novo. O garoto limpou a jogada, tirou os defensores do Figueira e mandou no alto do gol, marcando o terceiro da tarde. Torcida em polvorosa, vitória justa e merecida.
Na etapa complementar, o Grêmio soube bem administrar a partida. O Figueirense esteve muito atrapalhado em campo. Mesmo com a derrota, o técnico Hélio dos Anjos não fechou o time, preferiu jogar de igual pra igual. Com uma equipe muito abaixo da qualidade do elenco gremista, o caminho para mais gols esteve aberto. E assim aconteceu.

Foto: Guilherme Testa/Chute 10

Luxa trocou: saiu Elano, Leandro e Zé Roberto, para as entradas de Marquinhos, Marco Antônio e André Lima. Pareceu combinado: o gol pra fechar o placar saiu da jogada entre os três substitutos. Marco Antônio mandou para Marquinhos, que chutou a gol. A bola, no entanto, parou no goleiro Wilson que espalmou e deixou para que André Lima chutasse pro fundo das redes.
A tarde que teve estádio lotado, quatro gols marcados, dois gols impedidos, quebra de tabu, boas atuações dos substitutos, terminou em vitória e combinação de resultados que combinaram na permanência gremista no G-4.

Vitória com um toque ímpar.

05/08/2012

5-7-9 não é um sistema tático de futebol, mas hoje, contra o Bahia, foi o jeito que o Grêmio conseguiu carimbar a permanência no G-4. Afinal de contas, os gols saíram dos pés dos donos da sequência ímpar do uniforme gremista.

Domingo combina com sol, com futebol e com estádio lotado. Hoje, Porto Alegre teve uma tarde cinza, mas, nem por isso, o Olímpico foi um estádio vazio. Em mais uma vitória do Grêmio na sua casa, o futebol apareceu da melhor forma: pegado, equilibrado e resultando em gols.

No primeiro tempo, o domínio foi todo dos mandantes. Com destaque para as atuações de Gilberto Silva, Souza, Zé Roberto e Pará, o Grêmio possuiu mais posse de bola e deu muito trabalho para o goleiro Marcelo Lomba, ele que teve uma tarde inspirada e segurou todas as chegadas do ataque gremista.

Mas se o Bahia tinha o seu Marcelo como destaque, pelo lado do Grêmio o Marcelo Moreno não estava conseguindo efetivar as jogadas e balançar as redes adversárias. O camisa 9 do tricolor recebeu bola do Pará, do Kleber, do Elano, Zé Roberto, mas a bendita redondinha parecia não querer entrar. E, se não vai por bem, que vá por mal. Ou melhor: que vá a força.

A jogada que resultou no primeiro gol do Grêmio, começou nos pés de um novo ídolo do torcedor. Desde a sua chegada no clube, Elano caiu no gosto da torcida – mesmo sem ter balançado as redes vestindo a camisa sete do tricolor, o meia não precisou de muito tempo para agradar o torcedor gremista. Numa cobrança de lateral, Elano tentou mandar a bola para Kleber; o camisa 30, antes de pensar em dominar, foi derrubado pelo conhecido zagueiro Titi. Pênalti marcado e comemorações calorosas de mais de vinte mil torcedores. Motivo de chacota no que diz respeito à cobranças de penalidades máximas, Elano foi o escolhido para bater. Sem chances para o goleiro Marcelo Lomba, o meia mandou no lado direito e deixou, pela primeira vez em sete jogos, a sua marca com a camisa azul, branca e preta.

Grêmio

Foto: Guilherme Testa

O segundo gol parecia sair numa pequena questão de tempo. O Grêmio estava bem posicionado, pressionando um Bahia destemido, mas não conseguiu sucesso durante o primeiro tempo de partida.

Na volta, um jogo com uma outra cara. O técnico Caio Junior teve estrela e colocou um jogador que atrapalhou a defesa gremista: Lulinha chegou e já levou perigo nos primeiros três minutos do tempo complementar. Com a sua defesa exposta, Luxemburgo tirou o lateral Edilson, para colocar Léo Gago, assim como trocou Fernando por Marquinhos.

Diferente do primeiro tempo, o Grêmio não conseguia se impôr. O Bahia esteve muito bem, principalmente nas jogadas de contra-ataque e começou a dar o trabalho que Marcelo Grohe não teve nos primeiros quarenta e sete minutos. A sorte? Gilberto Silva, o capitão, protegeu muito bem a defesa. Ele que foi quem puxou as orelhas de Werley, quando o zagueiro não marcou Fahel e apenas assistiu o time nordestino chegar ao empate.

1 a 1, com os resultados paralelos de momento, levavam o Grêmio para a sexta colocação. Do céu, à zona do limbo. O Grêmio poderia terminar em terceiro, mas estava vendo a rodada fechar com Inter na quarta colocação e sem figurar na zona de classificação à Libertadores da América.

Num segundo tempo de pressão e muita correria, o jogo tinha tudo para terminar igualado e, inclusive, seria um resultado de justiça se assim acontecesse. Só não avisaram isso a Souza, que aproveitou a boa cobrança de escanteio de Marquinhos e, de cabeça, mandou a bola pro gol. Com a torcida delirando por estar de volta ao G-4 e carimbar mais uma vitória importante dentro do Olímpico, que está com seus dias contados, o Grêmio encaminhou os três pontos já nos últimos minutos de jogo.

Agora, voltamos ao topo da crônica. Marcelo Moreno não conseguia balançar as redes. Marcelo Lomba estava defendo todas as bolas. Com 2 a 1 para o Grêmio, o filme tinha tudo pra mudar. E Moreno quis ser um dos protagonistas nessa história de comemoração. O camisa 9 viu o camisa 5 e o camisa 7 balançar as redes adversárias; pra fechar a tarde que já virava noite com chave de ouro, o atacante boliviano completou a sequência ímpar e, com um golaço encobrindo Lomba, fez a torcida que tanto o aplaude no anúncio inicial dos jogadores, incendiar o estádio Olímpico Monumental.

Em poucos segundos, Mancini foi expulso e todo o elenco do Bahia, inclusive membros da comissão técnica, pressionaram a arbitragem. Com inúmeras reclamações, o time nordestino povoou o meio de campo em vão: o árbitro trilou o apito. Grêmio, no G-4, 3, Bahia, no Z-4, 1.

GRÊMIO

Marcelo Grohe; Edilson (Léo Gago), Werley, Gilberto Silva e Pará (Tony); Fernando (Marquinhos), Souza, Elano e Zé Roberto; Kleber e Marcelo Moreno – Técnico: Vanderlei Luxemburgo

BAHIA

Marcelo Lomba; Diones, Danny Morais, Titi e Ávine (Lulinha); Fabinho, Fahel, Hélder e Mancini; Zé Roberto (Ciro) e Junior (Magno) – Técnico: Caio Junior


Celso Roth viu Grêmio brilhar

15/07/2012

… e sem 3 volantes…

O encontro do Grêmio com o ex-técnico Celso Roth não foi lá muito favorável ao professor do Cruzeiro. Isso por que o tricolor de Porto Alegre fez três gols fora de casa e mandou um show de bola diante da equipe mineira com seus atacantes.

Foto: Gil Leonardi/Lancepress!

Já fazia tempo que os gremistas não viam um resultado bom no campeonato brasileiro. E diante do Cruzeiro, a coisa andava ainda pior. Mas era dia de apresentação de gente nova, portanto, nada como um plantel cheio de gás e novidade. Elano entrou no meio campo para diferenciar o contra-ataque.

O Cruzeiro foi “fixinha” para o azul celeste do RS, que construiu sua quinta vitória, ainda no primeiro tempo, quando abriu vantagem por cima de 2 gols. Apesar de atuar com um jogador a mais todo o segundo tempo, por causa da expulsão de Werley, o Cruzeiro não teve forças para se reabilitar na competição.

Com gols dos ex-cruzeirenses Marcelo Moreno e Kleber, ainda na etapa inicial, o Grêmio venceu o Cruzeiro, por3 a1, na tarde deste domingo, no Independência, após duas derrotas seguidas, impondo ao oponente o seu terceiro tropeço consecutivo, o segundo em sua casa. Dessa forma, as equipe gaúcha, que iniciou a partida uma colocação atrás do adversário, o superou, chegando a 15 pontos, um a mais que o clube celeste.

CRUZEIRO : Fábio, Diego Renan (Fabinho), Mateus, Léo e Everton (Souza); Leandro Guerreiro, Marcelo Oliveira, Tinga e Montillo; Wellington Paulista e Borges (Anselmo Ramon)
Técnico: Celso Roth

GRÊMIO : Marcelo Grohe; Tony, Werley, Gilberto Silva e Pará; Fernando, Souza, Elano (Marquinhos) e Zé Roberto; Kleber (Vilson) e Marcelo Moreno (André Lima)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo


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