Chance de ouro!

16/04/2013

Tem guria boa de bola por aí?? Tem alguém que já tenha sonhado em ser como a Marta? Ou mesmo que almeje jogar o fino da bola como muitos jogadores homens por aí?

 

Então te liga, que tem oportunidade boa pintando!

 

A CBF confirmou uma SELETIVA DA SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA aqui no estado!

 

Pensando no crescimento do futebol feminino no Rio Grande do Sul e, claro, em maiores oportunidades para as meninas daqui, a Escolinha Feminina do Grêmio estará organizando junto à CBF amanhã, dia 17/04, a partir das 14hs, no Complexo Esportivo da Ulbra, Canoas uma avaliação para as Seleções Brasileira Feminina de Base.
A avaliação terá a presença dos treinadores Adilson Galdino, Emily Lima e Luiz Antonio Ribeiro, treinadores das seleções sub-20, sub-17 e sub-15 respectivamente.

 

ATENÇÃO: Só serão avaliadas atletas que tenham nascido entre 1994 e 2001.

As atletas deverão apresentar-se com um responsável (maior de 18 anos), material completo para a prática de futebol e documento original de identidade.

 

Que horas?

13:30hs: sub 15 (2000/2001)

14:30hs: sub 17 (1997/1998/1999)

16hs: sub 20( 1994/1995/1996)

 

Onde?

Complexo Esportivo Ulbra
Av. Farroupilha,8001 – Bairro São José – Canoas

 

Pra quem ainda tiver alguma dúvida, a professora Tati disponibilizou seu telefone particular para contato: 81999662.

 

Boa sorte, gurias!!! Vamos tratar de abrilhantar cada vez mais o esporte bretão 😉

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Preconceito: adversário a ser driblado

03/11/2012

Quando futebol e cinema se confundem… 

Divulgação

Em New Jersey, Gracie. Em Dois Riachos, Marta. No lugar de bonecas e maquiagens, a bola. No cinema, a história real de Elisabeth Shue, que na trama atende por Gracie – a única menina numa família de três irmãos. Todos apaixonados por futebol. Na vida real, uma história semelhante da de cinema. Uma garota boa de bola, que vivia sobre a pressão do irmão mais velho José. Em ambos, o preconceito se materializava através da família.

O motivo se restringia ao fato de que as duas meninas, Marta e Gracie, deram vez ao coração e persistiram em seus sonhos. Se não sabiam que para se tornarem jogadoras de futebol significava quebrarem paradigmas, dentro de casa tiveram bons indícios de que não seria nada fácil. Ainda pequenas, aprenderam a conviver com o machismo sem o saber.

Diferente de Gracie, que perdeu o irmão mais velho – e seu único protetor – Bowen, também jogador de futebol, num acidente de carro, e mais tarde preencheu a lacuna, ao integrar a mesma equipe, Marta e José, hoje, riem de um passado, não tão distante, no qual o irmão se valia do porte físico para bater em Marta – a menininha que tinha o dom dos homens. A contragosto, seguiu. Seguiu como se soubesse que cada tapa seria recompensado.

O desafio de uma foi se adequar ao universo masculino. Literalmente. Gracie conquistou o lugar deixado pelo irmão e teve de se submeter às adaptações físicas, nada fáceis para uma menina. Já a outra, primeiro, aprendeu a não dar créditos às investidas da família, quando faziam de tudo para que ela desistisse da carreira.

Marta aprendeu bem cedo que “coisa de mulher” era batalhar e não vestir cor-de-rosa. Elisabeth Shue e Marta quebraram tabus, mas foi a brasileira quem se deu melhor. Ninguém acreditava que a alagoense, que fugia de casa para dar olé nos marmanjos da rua, fosse se tornar referência no futebol feminino. Como melhor jogadora do mundo, conquistou a mesma quantidade de estrela que a Seleção Brasileira em copas. Abocanhou cinco prêmios entre 2006 em 2010. Aliás, nenhum homem jamais ganhou tantas vezes.

José e a mãe Tereza, que gritava “Não fique jogando com os meninos. Você é uma garota”, tiveram de se render e aceitar que a caçulinha fosse considerada o Pelé de saia. O apelido surgiu aos 16, quando ainda jogava pelo Vasco, no Rio de Janeiro. Um ano depois, já com a verde-amarela, abriu a coleção de ouros com a seleção no Pan-americano de São Domingo. Aos 18, trocou de continente e foi parar na Suécia. Lá, a garota do sertão brasileiro, teve como principal adversário o frio.

Longe do Brasil há oito anos, no mês passado, Marta recebeu um convite para atuar no Vitória de Pernambuco, que disputará a Libertadores em novembro. O empréstimo aconteceria no período em que estivesse férias do Tyresö da Suécia, atual time da atleta.

Em entrevista à Globo.com, o presidente da equipe pernambucana, Paulo Roberto Arruda, diz que a camisa 10 do Brasil não hesita em dizer sim.

– Já tivemos um contato e acertamos tudo. Ela quer vir, voltar ao Nordeste, ficar perto de casa. Se o clube sueco aceitar liberá-la sem custo, Marta vai vestir a camisa do Vitória – espera.

Mesmo eliminada dos Jogos Olímpicos, junto com a seleção, e a quebra da hegemonia no prémio de melhor futebolista do ano, Marta continua no topo das listas. No último dia 25, foi indicada para Bola de Ouro da Fifa e France Football. A escolha foi feita pelas capitãs, treinadoras e treinadores das seleções nacionais. Entre as 10 finalistas, Camille Abily, as americanas Carli Lloyd, Alex Morgan, Megan Rapinoe e Abby Wambach, a canadense Christine Sinclair e as japonesas Miho Fukumoto, Aya Miyama e Homare Sawa, vencedora da última edição.

Atletas que não representam 1% do elenco espalhado pelo mundo, mas que, possivelmente, assim como Gracie, no cinema, e Marta, na realidade, não desistiram. O preconceito é tão recente que, em 1964 (menos de 50 anos), o Conselho Nacional de Desportos proibiu a prática de futebol feminino no Brasil. Os médicos alegavam que o esporte afetava os órgãos reprodutivos da mulher. Somente em 1981 (pouco mais de 30 anos) a decisão foi alterada.

 Para quem sabe o que quer, o preconceito é apenas um adversário. Basta um drible para marcar o gol. No futebol e na vida. Foi assim com Elisabeth Shue, Marta e outras milhares.

* trabalho da disciplina de Cinema, Esportes e Representações, ministrada por Gustavo Bandeira – pós em Jornalismo Esportivo. 


Meninas que sonham com o mundo da bola

28/05/2012

Não só de sonhos masculinos vive o mundo do futebol. Já diria Marta, Cristiane, Formiga e muitas outras estrelinhas cor-de-rosa do mundo da bola. A menina que hoje em dia quer ser uma boa de bola está com a oportunidade diante dos seus olhos.

A Escolinha Conveniada de Futebol Feminino do Grêmio FBPA está em busca de reforços para a disputa da Copa Coca Cola 2012 no qual as gurias gremistas são atuais campeãs da competição e estão em busca do Bi-Campeonato!

Categorias: Sub 15(97/98) e Sub 13 (99/00)

Data:03/06

Horário: 9hs

Local: CT Cristal – GRÊMIO FBPA (Av. Diário de Noticias, 915 – Cristal/Poa)

Material obrigatório para avaliação:

– Atestado Médico

– Documento original de Identidade

– Fardamento completo de futebol (nas cores do Grêmio)

– Chuteiras e caneleiras

Inscrições GRATUITAS, no local ou nas sedes da Escolinha Conveniada de Futebol Feminino!

Maiores informações: 81999662 ou 33070850

Email: gremiofutebolfeminino@hotmail.com


Futebol é pra mulher sim!

05/09/2011

Resolvi fazer um post diferente do que a gente tá acostumado aqui, pra falar que cada vez mais as mulheres tem se interessado por futebol.

Assisti ontem a entrevista da Miss Brasil, Priscila Machado, no “De frente com Gabi”, no SBT, e me apavorei com a moça dizendo que era apaixonada por futebol e que, inclusive, jogava no time do colégio.

Priscila Machado joga 10!
Priscila Machado joga 10!

Priscila contou jogava na lateral direita e tinha a função de servir os atacantes com cruzamentos e passes, que não era muito de fazer gol, embora tenha jogado de atacante no encontro de misses, no qual marcou um gol e deu passe para outro.

NA HORA caiu toda aquela imagem de mulherzinha nhenhenhe (poxa vida, é a Miss Brasil, né?) e me convenci que cada vez mais as mulheres tem se interessado pelo assunto. Quando questionada sobre o seu time do coração, o Grêmio, Priscila se mostrou bastante conhecedora da história do clube e do seu ídolo, Renato Gaúcho.

As coisas estão mudando, mas ainda falta a CBF dar mais valor ao FUTEBOL FEMININO. Daí sim!


O bronze é das suecas!

16/07/2011

A disputa pelo 3º lugar da Copa do Mundo de Futebol Feminino foi acirrada. Suécia e França protagonizaram um jogo digno de grandes seleções, com bastante troca de passes, boas jogadas ofensivas e com direito a golaço de placa, provavelmente o mais bonito de toda a competição, gol esse que definiu a vencedora do confronto.

A Suécia abriu o placar com Schelin ainda no primeiro tempo. Na etapa final a França arrancou o empate logo aos 11 minutos, com Thomis. A partir daí o jogo começou a ficar tenso, já que a possibilidade da prorrogação se aproximava com o resultado igual, algo não pretendido pelas duas seleções.

As suecas ficaram com uma jogadora a menos quando Öqvist e Bompastor se estranharam numa dividida. Sobrou chute para os dois lados, mas a árbitra só viu a agressão de Öqvist, e expulsou a meio campista.

Mesmo com a desvantagem numérica a Suécia não baixou a guarda e se manteve equilibrada às adversárias francesas. O gol só sairia mesmo em uma jogada individual, e nesse caso foi uma pintura de Hammarstrom. A jogadora pegou o rebote matando a bola no peito, deu um chapéu na primeira marcadora, limpou a segunda e chutou forte no ângulo esquerdo da goleira, aos 36 minutos finais.

E foi com esse belíssimo gol a Suécia levou o placar de 2 a 1 até o apito final e garantiu a medalha de bronze. Ambas equipes fizeram uma ótima campanha na competição e mostraram que, hoje, também são grandes potências no esporte.

A dança da vitória: suecas comemoram o gol e o bronze (foto: Michael Probst/AP Photo)

A França fechou a primeira fase em 2º lugar no grupo A vencendo dois jogos e perdendo um. Nas quartas eliminou a Inglaterra, mas na semi perdeu para os EUA. A Suécia foi a líder do grupo B, venceu todos os três jogos e nas quartas bateu fácil a Austrália. Só foi perder para o Japão na semifinal.

Copa boooa de assistir hein… Só teria sido melhor se as brazucas tivessem ido mais longe. Mas no fim das contas a mulherada tá provando cada vez mais que manda muito bem no futebol. Alto nível.

Fonte: Terra Esportes e UOL Esporte


Foi por muito pouco… Mas não deu dessa vez de novo!

10/07/2011

Outra pedra no meio do caminho do Brasil voltou a dar as caras, depois de quatro anos. Só não foi a Alemanha. Os EUA penaram, mas conseguiram vencer as meninas do Brasil depois de um longo jogo, com 30 minutos de prorrogação e cobrança de pênaltis. É mais uma grande seleção que cai nas quartas de final da Copa do Mundo de Futebol Feminino.

Wambach levou os EUA às penalidades e à classificação para a semifinal (foto: Getty Images)

Mas não pensem que a Seleção Feminina Brasileira foi eliminada porque foi ou é inferior que as adversárias ianques. Pelo contrário, o time de Kleiton Lima, liderado pela sempre craque Marta, se mostrou superior durante quase todos os mais de 120 minutos de confronto. Saiu perdendo no comecinho do jogo num vacilo bobo da zaga. Infelizmente não era mesmo o dia de Daiane.

O empate custou a acontecer, só lá no segundo tempo, quando o brilhatismo de Marta, que passou muito bem marcada durante todo os 45 minutos iniciais, resolveu trazer o jogo ainda mais pro lado brasileiro. Sim, porque teve bola no travessão, bons lances de Cristiane, Fabiana e Rosana. Não faltaram chances pra matar a partida ainda nos dois tempos normais.

As americanas jogavam no erro brasileiro, e se baseavam na forte marcação, sempre antecipada às tentativas ofensivas das nossas atacantes. A única arma perigosa que elas tinham era a jogada aérea, que sempre levava perigo ao gol de Andreia. Pois foi essa mesma traiçoeira bola aérea adversária que mudou o curso do jogo e acabou com o sonho brasileiro, uma revanche que esperou muito para acontecer (Olimpíadas, 2008).

O Brasil conseguiu o empate com Marta ao sofrer falta dentro da área depois de dar dois chapéus nas defensoras americanas. Buehler não curtiu, fez a falta e pagou o preço com o pênalti e a expulsão. A cobrança inicialmente tinha sido cobrada por Cristiane e foi defendido pela ótima goleira Solo, mas que no fim foi convertido pela camisa 10 brasileira depois da árbitra mandar voltar por uma invasão de uma jogadora americana na área no momento do chute de Cris.

Marta brilhou, chamou a responsabilidade e mesmo com a eliminação mostrou porque é a MELHOR (foto: Reuters)

Mas assim como o jogo tava para a Marta, que também logo no início da prorrogação marcou seu segundo gol em mais uma jogada genial, também estava para a goleira Solo, que fez a diferença em grandes defesas durante o jogo e na cobrança final de penalidades.

Os EUA conseguiram o empate no último tempo da prorrogação só nos acréscimos, depois de muita pressão, mesmo com uma a menos em campo. A bola aérea que elas tanto ensaiaram, no fim, cumpriu seu papel com Wambach, a jogadora mais experiente do time americano.

Pois foi essa mesma experiência que realmente foi crucial para levar mais uma vez as norte-americanas adiante na competição. A cautela na marcação e o oportunismo com 100% de aproveitamento nas penalidades faz delas especialistas no esporte. Elas não tinham o poder ofensivo do Brasil, mas compensaram nos outros setores. As cobranças de pênalti foram um show à parte, todas muito bem batidas.

Tal experiência foi o que faltou às brasileiras, não só na hora de segurar a vantagem e o resultado, como na hora de conter o nervosimo, a pressão. As diferenças entre ambos os times sim, são várias, mas na minha opinião, a principal continua sendo o fator humano, o fator profissional.

Nos EUA as mulheres são valorizadas no futebol e conseguem viver dele, não é à toa que Marta e Maurine estão lá. Elas têm estrutura e condições de exercer a profissão, além de salários dignos. Coisa que a maioria das meninas da Seleção não têm. Kleiton pouco usou o banco, porque de fato é difícil repor o que tinha em campo. Os motivos também são os mesmos citados acima.

Pois mesmo com a derrota, que quando acontece assim no detalhe é um tanto mais dolorida, nos orgulhemos do que foi apresentado por essas mulheres, que chegaram tão longe, com tão pouco, além do talento e da vontade. Marta, hoje, além de melhor jogadora do mundo, também é a maior artilheira em Copas, com 14 gol. Posto que divide com a alemã Birgit Prinz.

É.. Brasil… Não foi dessa vez, mas um dia vai ser. Ah se vai!

Brasil 2 (3) x (5) 2 Estados Unidos

Gols:
Brasil: Marta, aos 23min do segundo tempo, e Marta, a 1min do primeiro tempo da prorrogação
Estados Unidos: Daiane (contra) a 1min do primeiro tempo, e Wambach, aos 17min do segundo tempo da prorrogação

Brasil: Andreia; Aline Pellegrino, Daiane e Erika; Fabiana, Formiga (Renata Costa), Ester e Maurine; Rosana (Francielle); Marta e
Cristiane. Treinador: Kleiton Lima

Estados Unidos: Hope Solo; Krieger, Buehler, Rampone e Le Peilbet; O’Reilly (Heath), Boxx, Lloyd e Cheney (Rapinoe); Wambach e Rodríguez
(Morgan). Treinador: Pia Sundhage

Fonte: Terra Esportes


Zebra perigosa chamada Japão…

09/07/2011

E a casa literalmente caiu para a seleção alemã. As anfitriãs e favoritas na Copa do Mundo de Futebol Feminino foram desbancadas pelas meninas do Japão, grande surpresa da competição, silenciando a torcida presente no Volkswagen Arena. Estava decretado ali o fim de uma hegemonia, assim como o sonho do tricampeonato para as donas da casa.

Japonesas comemoram gol e a classificação para as semifinais da Copa (foto: Getty Images)

A seleção nipônica vem fazendo ótima campanha desde o início, e no jogo contra a Alemanha não foi diferente. Com uma única derrota para a Inglaterra (que foram desclassificadas pela França), o Japão fez frente às alemãs, segurou um empate nos dois tempos normais e na prorrogação fez o gol que definiu a segunda equipe semifinalista da Copa.

A partida em si foi bastante equilibrada, com momentos de pressão divididos entre as duas equipes. Na primeira etapa o Japão apareceu mais, já na etapa complementar as alemãs resolveram correr atrás do relógio, buscando evitar a prorrogação. Sem sucesso.

As japonesas fizeram bem a lição de casa, estudaram as europeias e quando conseguiram o gol com Maruyama, no início dos 15 minutos finais do segundo tempo extra, retrancaram a equipe, parando de vez a ofensiva alemã. Aí foi só correr pro abraço.

Agora as vencedoras esperam as próximas adversárias do confronto entre Suécia x Austrália para seguir adiante na luta pelo título de campeã do mundo. Condições para isso elas já provaram que têm. É a zebra correndo por fora…

Fonte: Terra Esportes


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