A Copa do Mundo não é nossa..

No ritmo das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, minha estréia no blog não vai ser para falar dos clubes, mas sim das seleções. Observando Espanha, Itália e Alemanha podemos ver que o Brasil terá muito trabalho para chegar à final da Copa que será disputada aqui. Eu sei, muitos vão dizer que ainda há tempo para que muita coisa aconteça e que o Felipão pode fazer milagre… De novo, mas o nível das atuais seleções mudou e as idéias também.

A Espanha é a atual campeão mundial, se utiliza da base dos dois maiores times do mundo e, se você observar, as últimas “seleções” dos melhores jogadores que atuam na Europa são basicamente espanholas. No entanto, todo esse favoritismo pode prejudicar e as eliminatórias mostram isso. A Itália é sempre uma seleção perigosa, pois apresenta o mesmo estilo de jogo a décadas e mesmo assim é tetracampeã mundial. Porém, essa Itália merece ainda mais respeito, pois se utiliza como base o time da Juventus, campeão invicto da temporada passada do campeonato italiano e que vem bem na Champions. Por fim, a Alemanha, que passa pelo mesmo processo que nós, brasileiros, mas com uma safra melhor. A renovação alemã foi rápida e o trabalho de Joachim Löw é louvável.

Como base nessa perspectiva, vejo que o trabalho do nosso treinador é bem difícil. Já que o Brasil não tem os melhores jogadores a bastante tempo, como tem os espanhóis; não tem um time que possa servir de base, como queria Pelé e que é o que acontece na Itália; e que não passa por um processo de renovação muito produtivo, como a Alemanha, tendo apenas um menino para levar toda a expectativa de um país nas costas. Na última vez que isso aconteceu, terminou com uma convulsão em um quarto de hotel e com um show de Zidane e Cia em plena França. Trauma que até hoje o Brasil não superou.

Para não terminar de forma tão pessimista, acho que a esperança dos brasileiros fica em seu treinador, que tem um histórico de fechar um grupo (ou família) e vencer times mais qualificados. Mas, cá para nós, os últimos anos de Felipão não foram lá um mar de rosas.

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