* Escrito por Roberta Konzen
Muito se falou das grandes contratações que a direção gremista promoveu neste ano, mas pouco anda se falando daqueles que deixaram o Tricolor e fazem falta.
Vou falar especificamente de um caso: Rochemback.
O ex-capitão gremista deixou o Olímpico sendo uma liderança em campo. Era o cara que puxava o time, que exigia, que cobrava. Representava. Após sua saída a braçadeira passou por Victor e Gilberto Silva. Mas quer saber? Ninguém está merecendo mais vestir esta faixa do que Kléber. O gladiador parece ter incorporado o espírito que todo torcedor gremista quer ver no time inteiro: a raça. Não me lembro de em algum jogo ver Kléber se arrastando, não tentando reverter uma derrota ou mesmo sem vontade de ampliar o placar. O cara corre atrás da bola feito louco, é muito talentoso e a meu ver tem tudo para se tornar o grande ídolo tricolor da temporada.
No jogo desta quarta, ele foi um dos que não se entregou ao vexame do resto do time, que mais parecia um amontoado de baratas tontas sem motivação alguma para reverter o placar quando este apontava dois a zero.
Claro que portar apenas uma faixa no braço esquerdo não significa que somente este jogador é quem lidera e motiva os demais, mas pode servir de espelho, e a equipe do Grêmio está clamando por alguém que tome as rédeas dentro de campo e traga personalidade ao time.
Chegou a hora de colocar a braçadeira em quem está fazendo a diferença!






O sobrenome do Kleber é “Grêmio”. esse vale todo o investimento, jogador de renome no Brasil, disputado por grandes clubes, habilidoso, decisivo. Sempre honrou a camisa dos times em que passou…
…a braçadeira é questão de tempo.